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  • jun 14 / 2013
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Projeto brasileiro de restauração florestal receberá investimento de R$ 167,7 milhões

Projeto brasileiro de restauração florestal receberá investimento de R$ 167,7 milhõesSerão recuperados 21 mil hectares de mata atlântica nos estados da Bahia (BA), Espírito Santo (ES) e Minas Gerais (MG)

O maior projeto de restauração florestal em curso no Brasil vai contemplar áreas da Mata Atlântica na Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. Os investimentos no valor de R$ 167,7 milhões, feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apoiarão o reflorestamento, a conservação e recuperação florestal de áreas degradadas, além de promover o uso sustentável dessas áreas nativas na forma de manejo florestal.

A execução física do projeto começou em 2011 e terminará em 2019, incluindo o prazo de manutenção da área reflorestada.

O projeto agrega componentes de inovação em Engenharia Florestal. Além das técnicas tradicionais, serão desenvolvidos modelos experimentais de restauração, como a semeadura direta e a utilização de espécies nativas de valor comercial, visando sua aplicação na geração de renda a partir do manejo florestal sustentável de reservas legais.

O primeiro passo na restauração será o diagnóstico, que determinará, para cada área, a ação de recomposição a ser nela aplicada, de acordo com as técnicas de plantio total, de adensamento, enriquecimento e condução da regeneração natural.

As sementes serão fornecidas por empresas da região. As mudas virão de viveiros do eixo Bahia -Espírito Santo -Minas Gerais, escolhidos por um processo concorrencial composto de análise técnica e comercial.

Estima-se que na mata atlântica existam cerca de 20.000 espécies vegetais, sendo cerca de 35% das espécies existentes no Brasil. Essa riqueza é altamente prioritária para a conservação da biodiversidade mundial.

Em relação à fauna, os levantamentos já realizados indicam que a mata atlântica abriga 849 espécies de aves, 370 espécies de anfíbios, 200 espécies de répteis, 270 de mamíferos e cerca de 350 espécies de peixes.

A cobertura de áreas protegidas na mata atlântica avançou expressivamente ao longo dos últimos anos, com a contribuição dos governos federais, estaduais e mais recentemente dos governos municipais e iniciativa privada.

Além do investimento na ampliação e consolidação da rede de áreas protegidas, as estratégias para a conservação da biodiversidade visam contemplar também formas inovadoras de incentivos para o uso sustentável do bioma, tais como a promoção da recuperação de áreas degradadas e do uso sustentável da vegetação nativa, bem como o incentivo ao pagamento pelos serviços ambientais prestados pela mata atlântica.

Fonte: Portal Brasil

  • jun 05 / 2013
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SOS Mata Atlântica e INPE divulgam novos dados sobre a devastação da mata atlântica

MAPA DA DEVASTAÇÃO DA MATA ATLANTICA. PONTOS EM VERMELHO REPRESENTAM ÁREAS PERDIDAS EM 2012.

MAPA DA DEVASTAÇÃO DA MATA ATLANTICA. PONTOS EM VERMELHO REPRESENTAM ÁREAS PERDIDAS EM 2012.

Nesta terça-feira (04/06), a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram os novos dados florestais da mata atlântica, no período de 2011 a 2012.

O estudo aponta a eliminação de 23.548 hectares. Destes, 21.977 ha correspondem aos desmatamentos, 1.554 ha à retirada de parcelas da vegetação de imóveis rurais e 17 ha de mangues.

Um aumento de 30% em relação ao período anterior (2010-2011) e de 23% em relação aos 3 últimos anos (2008-2011).

Hoje, a área original que resto do bioma é de 8,5% – a mata atlântica é o bioma mais ameaçado do Brasil, se forem considerados todos os pequenos fragmentos de floresta natural acima de 3 hectares, o índice chega a 12%.

Por causa da cobertura de nuvens, que prejudicaram a captação de imagens, foram avaliados 81% da área total do bioma.

Vegetação de restinga (litorânea)

A maior perca aconteceu em São João da Barra/RJ, com 937 hectares para a implantação do Superporto do Açu, o município também foi o campeão de desmatamento no período.

A vegetação de restinga na Mata Atlântica equivale a 570.690 ha. São Paulo, Paraná e Santa Catarina possuem a maior extensão.

No país toda a restinga sofre com empreendimentos e obras de infraestrutura – casas, hotéis e resorts retiram a vegetação para pode ficar com o “pé na areia”.

Agora, os municípios com maior porcentagem de vegetação nativa estão no Piauí: Tamboril do Piauí e Guaribas mantêm 96% da área original de Mata Atlântica. Guaribas também é o município com a maior área de vegetação nativa: 176.794 hectares.

Números do Desmatamento

Minas Gerais, Bahia, Piauí e Paraná são os estados com situação mais crítica.

Minas é o campeão do desmatamento pela quarta vez consecutiva, sendo responsável pela metade da destruição da Mata Atlântica no período, com 10.752 hectares de bioma perdidos.

Em segundo lugar vem a Bahia com 4.516 hectares. O Piauí, monitorado pela primeira vez, perdeu 2.658 hectares.

O Paraná, além de ser o 4º no ranking com 2.011 hectares, teve um aumento de 50% na taxa de desmatamento.

Os destaques positivos são Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, com redução de desmatamento de 93% e 92%, respectivamente.

Faça o download de imagens das áreas monitoradas em alta resolução.

Histórico

Nos últimos 27 anos, a Mata Atlântica perdeu 1.826.949 hectares, ou 18.269 km2 – o equivalente à 12 cidades de São Paulo.

Total de desflorestamentos na Mata Atlântica identificados pelo estudo em cada período:

  • 1985-1990: 536.480 ha
  • 1990-1995: 500.317 ha
  • 1995-2000: 445.952 ha
  • 2000-2005: 174.828 ha
  • 2005-2008: 102.938 ha
  • 2008-2010: 30.366 ha
  • 2010-2011: 14.090 ha
  • 2011-2012: 21.977 ha

Fonte: SOS Mata Atlântica

  • mai 24 / 2013
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Rentabilidade das florestas é tema do 1º Encontro Painel Florestal de Executivos

Setor se volta cada vez mais para a rentabilidade das florestas


Setor se volta cada vez mais para a rentabilidade das florestas. Foto: Andressa Cardoso/Painel FlorestalO plantio de 500 hectares de mogno africano consorciado com café, em Minas Gerais, abriu a segunda mesa redonda do I Encontro Painel Florestal de Executivos, com o tema “ Florestas Econômicas Brasileiras”.

A vantagem desta parceria entre cultivos, na opinião de Marcos Rezende, da Associação Brasileira Produtores Mogno Africano (ABPMA), é produzir madeira nobre para um mercado ávido pelo produto, e café de boa qualidade.

O executivo acredita que a renda média com plantio de mogno seja de R$ 15 mil por hectare. Ele assegura que a cafeicultura se beneficia desse sistema ao proporcionar temperatura ideal para a produtividade da lavoura. “Esse modo de produzir é bem visto em toda Europa”, comenta sobre outra vantagem do negócio.

Semelhante ao debate anterior, Rezende e Germano Vieira, diretor florestal da Eldorado Brasil (MS), atribuíram aos problemas logísticos um dos principais gargalos do setor. “Uma floresta é muito mais do que plantar e colher. É preciso agregar valor para diminuir custos”, avalia Vieira.

O executivo contabiliza que 57% do custo da silvicultura estão na compra ou no arrendamento de terras. Por isso, ele reforça seu ponto de vista ao avaliar que a localização de um projeto precisa ser levada seriamente em conta. “Não adianta apenas uma área boa para plantar. Como fica o escoamento da produção?”, diz.

No seu modo de ver, investimentos em tecnologia e profissionais não podem ser deixados de lado para que um negócio obtenha sucesso.

Para Higino Aquino, Diretor de Desenvolvimento do IBF, o principal fator que motiva a ampliação de florestas nobres plantadas é o déficit de madeiras nobres. Atualmente o Brasil produz 15 milhões de metros cúbicos de madeira dura tropical extraído das florestas e este número deve cair para 5 milhões nos próximos 20 anos. Por outro lado a procura deve aumentar para 21 milhões de metros cúbicos. Esta diferença é que chamamos de “Apagão Florestal”, são mais de 16 milhões de metros cúbicos que irão faltar no mercado anualmente. Para se ter uma ideia, seria necessário o plantio de 50 mil hectares de florestas nobres, como o Mogno Africado todos os anos para suprir esta demanda. É preciso mobilizar a cadeia florestal de madeiras nobres para atender esta demanda com qualidade, pois o mercado deste produto é exigente, ressalta Aquino.

Fonte: Painel Florestal

  • mai 22 / 2013
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Instituto Brasileiro de Florestas e Visafértil fecham Parceria

Fundada em 1992 na cidade de Mogi Mirim, interior do Estado de São Paulo, a Visafértil produz e comercializa Adubos Orgânicos, Corretivos e Condicionadores de solo. Técnicas inovadoras de fermentação e compostagem garantem excelência de qualidade.

A empresa possui uma equipe de profissionais qualificados e conta com a colaboração de engenheiros agrônomos, pesquisadores, fornecedores, consumidores e universidades que contribuem para uma agricultura mais eficiente e sustentável.

A parceria entre a Visafértil e o IBF consiste no fornecimento de substrato voltado à produção de mudas nativas e pesquisas relacionadas ao contínuo aperfeiçoamento das técnicas produtivas. Este fornecimento contempla ainda viveiros do Programa Semear e do Projeto Viveiro Familiar.

Além desta parceria que potencializa a produção de mudas para restauração de áreas degradadas, a Visafértil promove ainda outras ações de responsabilidade socioambiental, tais como:


Eco Escola Visafértil

O Grupo Visafértil, através de seu diretor Ulisses Girardi, fundou em 2003 a Eco Escola Visafértil, projeto voltado à construção de moradias, alfabetização e profissionalização dos contratados.

 

Durante a alfabetização, os alunos tiveram a oportunidade de frequentar cursos profissionalizantes, além de receberem orientação de saúde, convívio social e meio ambiente.

Após dezoito meses, receberam o certificado do 5º ano do Ensino Fundamental, registrado pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC).
Hoje, a Eco Escola Visafértil leva a conscientização ambiental para crianças, jovens, adultos, instituições e empresas.

Para saber mais sobre o Projeto, acesse: www.ecoescolavisafertil.com.br

Preservação Ambiental Visafértil

A preocupação com a responsabilidade socioambiental sempre fez parte dos valores da Visafértil. Foi pensando no lado ambiental que o diretor da empresa, Ulisses Girardi, fundou a Preservação Ambiental Visafértil no município de Benedito Novo/SC.

Esta projeto contempla ações voltadas a manutenção, preservação e recuperação de espécies nativas e nascentes.

Saiba mais: www.preservacaovisafertil.com.br

Para informações adicionais sobre a Visafértil, acesse: www.visafertil.com.br

  • mai 20 / 2013
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PETROBRAS inicia nova etapa do plano de restauração florestal do COMPERJ

PETROBRAS inicia nova etapa do plano de restauração florestal do COMPERJ

Mudas de espécies nativas de Mata Atlântica começaram a ser plantadas nas áreas externas do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, marcando o início de uma nova etapa do Plano de Restauração Florestal do empreendimento.

A iniciativa, que vai recuperar a flora tanto na parte interna do Comperj quanto no seu entorno, prevê a recuperação de uma área total de 4.584 hectares, maior que o Parque Nacional da Floresta da Tijuca (3.953 hectares).

O projeto já registrou a marca de 500 hectares em processo de recomposição vegetal, área equivalente a 780 campos oficiais de futebol.

No último dia 14/05, foi realizado o plantio de mudas no município de Tanguá por representantes da Petrobras e da prefeitura. Estão sendo plantadas na região do empreendimento da Petrobras mais de 80 espécies nativas da Mata Atlântica, com destaque para mudas de quaresmeira, pau-brasil, ipê, jacarandá e maricá.

A restauração florestal foi estabelecida, em outubro de 2011, a partir da assinatura do Termo de Compromisso firmado entre Petrobras, Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

Coube à Companhia a implantação dos projetos de restauração florestal em áreas localizadas nas bacias hidrográficas dos rios Macacu e Caceribu. O projeto tem previsão de término em 2020.

O plano trará diversos ganhos ambientais para a região onde está sendo implantado o empreendimento.

Entre os principais, estão a proteção dos manguezais da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim, a ampliação da área de floresta e a conexão dos fragmentos de floresta existentes permitindo o fluxo de animais e a proteção das nascentes de rios da região.

Parte das mudas utilizadas nessa iniciativa é produzida em um viveiro construído pela Petrobras dentro da área do Comperj, enquanto outras são adquiridas, preferencialmente, em hortos localizados na área de influência do empreendimento, como Guapimirim, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito, Tanguá e Itaboraí, gerando renda para a região.

Até o momento, o plano de restauração florestal do Comperj já gerou cerca de 110 empregos diretos. Estima-se que mais de 280 pessoas sejam contratadas até o fim de 2013 para atuar nos diferentes postos de trabalho relacionados ao projeto.

Um dos diferenciais dessa ação é que a Petrobras realiza o acompanhamento e manutenção da área reflorestada por três anos após o plantio das mudas – fase que a maioria delas morre em virtude de problemas como competição com espécies invasoras, ocorrência de fogo e ataques de formigas – ou até que a vegetação atinja um sombreamento de cerca de 70%. Esse procedimento busca garantir a qualidade e o sucesso da restauração florestal.

O Comperj é um dos principais empreendimentos da Petrobras e está sendo construído no município de Itaboraí. O empreendimento caracteriza-se como um complexo industrial, onde serão produzidos, numa mesma área, derivados de petróleo e produtos petroquímicos de primeira e segunda geração.

Fonte: Petrobrás

  • abr 30 / 2013
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Estado do Rio irá facilitar licenciamento ambiental para silvicultura

 Secretário Carlos Minc, licenças ambientais, silvicultura, produção madeira, plantio florestas nativas

O secretário de estado do Ambiente, Carlos Minc, informou que o governo do Rio de Janeiro irá baixar um decreto regulamentando projeto de lei já aprovado pela Assembleia Legislativa e que facilitará a concessão de licenças ambientais para silvicultores que plantarem até 50 hectares de árvores para fins comerciais em suas propriedades.

O decreto, que já está nas mãos do governador Sérgio Cabral, foi resultado de um trabalho conjunto das secretarias do Ambiente, da Agricultura e do Desenvolvimento Econômico.

A informação foi dada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) durante o seminário Setor Madeireiro: o Consumo no Estado e os Principais Desafios.

O encontro reuniu representantes dos setores produtivos privados e autoridades do estado que discutiram alternativas para a produção sustentável de madeira no estado, que hoje importa de outras unidades da federação 89% do produto consumido pelas indústrias fluminenses.

“A melhor forma de proteger as florestas nativas é plantando árvores para o desenvolvimento econômico. Se a madeira não é plantada, as pessoas vão desmatar. Esse novo decreto cria a categoria do distrito florestal. Em vez de cada um, individualmente, fazer seu EIA-Rima [Estudo de Impacto Ambiental-Relatório de Impacto Ambiental], o grupo faz apenas um pedido. Esperamos que esse decreto represente um grande estímulo, e que possamos vencer esse grande gargalo da silvicultura”, disse Minc.

Minc aproveitou o encontro para anunciar também que os municípios já podem emitir licenças ambientais para empreendimentos agropecuários.

Durante o encontro foi consenso entre os participantes a necessidade de dar maior agilidade e clareza aos critérios para licenciamento ambiental – um dos principais gargalos enfrentados pelo setor.

Atualmente, o estado do Rio é um dos principais consumidores de produtos de base florestal do país. Só em 2012, o consumo fluminense de madeira foi 3,6 milhões de metros cúbicos.

Desse volume, 28,9% correspondem ao seu uso como fonte de energia, e 23% são empregados na construção civil, segundo a pesquisa da Firjan.

Para minimizar o problema, a entidade recomenda o plantio de florestas, nos próximos cinco anos, em 15% dos 685 mil hectares de pastagens naturais ou degradadas, o que permitiria a geração de 48 mil empregos por ano e atrairia a implantação de indústrias competitivas de processamento de madeira, como as que produzem painéis de fibra de média densidade.

Tudo sem prejuízos para a agricultura e a pecuária.

A federação entende, ainda, que o desenvolvimento da indústria de base florestal no Rio melhorará a competitividade das empresas que dependem do insumo e criará novas atividades produtivas no interior do estado, reduzindo as pressões migratórias para a cidade do Rio de Janeiro. Essas novas atividades contribuirão também para o esforço de exportações do país e para aumentar a arrecadação de impostos.

O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira disse que o Rio produz apenas 11% da madeira que consome. “Isso mostra o tamanho do mercado esperando para ser conquistado e o quanto poderemos gerar em receita, renda e tributos para nosso estado, caso esse potencial seja devidamente explorado. Aqui na federação acreditamos que é possível aumentar em mais de cinco vezes a área destinada à produção de madeira em apenas cinco anos”.

Fonte: Agência Brasil

  • abr 10 / 2013
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Projeto milionário da Petrobras amplia reflorestamento em complexo petroquímico do RJ.

Projeto brasileiro de restauração florestal receberá investimento de R$ 167,7 milhõesProjeto prevê a recuperação de 4.584 hectares da Mata Atlântica com o plantio de 10 milhões de mudas nativas


A Petrobras iniciou no final de março o plantio de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), marcando o início de uma nova etapa do Plano de Restauração Florestal do empreendimento.

A iniciativa, que vai recuperar a flora tanto na parte interna do Comperj quanto no seu entorno, prevê a recuperação de 4.584 hectares.

Serão plantadas aproximadamente 10 milhões de mudas florestais nativas, contemplando mais de 80 espécies nativas da Mata Atlântica na região do empreendimento, com destaque para quaresmeira, pau-brasil, ipê, jacarandá e maricá.

O projeto, que tem previsão de término em 2020, trará diversos ganhos ambientais para a região como a proteção dos manguezais da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim, a ampliação da área de floresta e a conexão dos fragmentos de floresta existentes permitindo o fluxo de animais e a proteção das nascentes de rios da região.

Um dos diferenciais dessa ação é que a Petrobras realiza o acompanhamento e manutenção da área reflorestada por três anos após o plantio das mudas – fase que a maioria delas morre em virtude de problemas como competição com espécies invasoras, ocorrência de fogo e ataques de formigas – ou até que a vegetação atinja um sombreamento de cerca de 70%.

O Comperj é um dos principais empreendimentos da Petrobras e está sendo construído no município de Itaboraí/RJ, caracteriza-se como um complexo industrial, onde serão produzidos derivados de petróleo e produtos petroquímicos de primeira e segunda geração.

Visão de mercado
Segundo Solano Aquino, Diretor Presidente do Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), o segmento de produção de mudas nativas nunca esteve tão em alta.

“Para atender esta demanda estamos em fase de ampliação do Programa Nacional de de Oferta de Mudas Florestais, denominado Programa ECO PARCEIROS, que tem como finalidade a implantação de 200 viveiros de produção de mudas padrão IBF, em parceria com empreendedores e investidores que visam obter lucro com atividades que integram o homem e a natureza” – explica o Diretor.

O Programa prevê um investimento de R$ 40 milhões.

Em 2013 serão inaugurados 8 viveiros em São Paulo, 4 em Minas Gerais, 2 no Rio de Janeiro, 2 no Paraná e 1 no Rio Grande do Sul e Distrito Federal.